ALTERAÇÃO DO ENDEREÇO

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

« O DILEMA DE UM BOÉMIO NORTENHO »

Que fazer com o nosso rico dinheirinho que tanto nos custa a ganhar ?!....
Se o gastarmos na Zara, o dinheiro vai todo para a China.
Se o gastarmos na C&A, vai para Espanha.
Se o gastarmos em combustível, ele vai direitinho para os árabes.
Se comprarmos um computador, o dinheirito irá para a Índia, China ou Formosa.
Se comprarmos produtos hortícolas, o dinheiro vai para Espanha, França ou Holanda, pela certa.
Se comprarmos um bom carro, o destino do dinheiro será a Alemanha.
Se comprarmos inutilidades, ele vai para a Formosa.
NENHUM DESSE DINHEIRO AJUDARÁ A ECONOMIA NACIONAL !!!
Parece que a única maneira de manter esse dinheiro dentro de portas é gastá-lo em farras com mulheres e vinho verde, que ainda são produzidos em Portugal.
Mas alguém mais avisado dirá:
"CONCORDO, MAS ATENÇÃO QUE GASTAR DINHEIRO EM FARRAS COM MULHERES É ESTAR A DÁ-LO AO BRASIL E AOS PAÍSES DE LESTE!"
Então o pessimista concluirá
"TRISTE PAÍS ESTE ONDE ATÉ SE QUEREMOS FAZER UMA FARRA TEMOS DE RECORRER À IMPORTAÇÃO !!...JÁ SÓ NOS RESTA O VINHO VERDE! –

E o tinto do Douro, digo eu, pois não aprecio o Vinho do Porto feito na Califórnia...
Mas eu disto, não percebo nada !!... E vocês percebem alguma coisa!?...
Não contentes por terem dado cabo da nossa agricultura e das nossas pescas querem agora construir um aeroporto numa das zonas agrícolas mais férteis do país !?...
Que grande país temos!!!!! Que óptimos governantes temos tido!!!!!

4 comentários:

PQ disse...

E quando é que passamos da critica à acção?

julio disse...

Cacete, então isso está assim?
Melhor é gastar mesmo nas aldeias e o resto meter fogo....

Arnaldo Norton disse...

Meu caro PQ !
Se tem meios para passar da crítica à acção então comece que eu o apoiarei. A crítica construtiva é, precisamente, para isso.
Espero que não fique pela crítica à crítica...

Arnaldo Norton disse...

Meu caro Júlio !
Embora pareça brincadeira a situação é muito grave e, o pior de tudo,é que há quem teime em não querer ver.
Pode acreditar que se quiser comer batatas ou cebolas ou frutas portuguesas terá de ir a uma feira rural; e mesmo aí corre o risco de ser enganado.
A tragédia chega ao ponto de os produtos hortículas portugueses serem exportados e depois serem importados pelo próprio exportador que os mistura com os de outras proveniencias para disfarçar a má qualidade destes.
Resultado: o produtor recebe uma miséria; o consumidor paga mais e,a maior parte das vezes,come produtos de baixa qualidade.
Vocês aí têm mais sorte porque ainda não apareceu um "génio" que desse cabo da agricultura brasileira.
Um abraço