ALTERAÇÃO DO ENDEREÇO

quarta-feira, 6 de maio de 2009

-"A propósito da Escola..."

Falou-se ainda a pouco, por aqui, de educação, de escola, coisas que eu nem entendo muito, mas vejo e falo então mais pelos olhos, do que pela memória...
Mas ainda assim e a pouca memória lembro-me imediatamente da minha amiga portuguesa, professora, Lurdes Castanheira, e a sua antiga luta pela escola...
É que as pragas que vieram vindo praga em praga multiplicando-se resultaram nisto de agora negativo todo...
E as artes têm sido a sua forma dual de expressão, negativa e positiva.
Quando, porém se juntaram em cena, palco, teatro, cinema, música e literatura vieram vindo, e numa sequência sórdida em práticas globais, chegou...
Principalmente em novelas, baratas de assistir, e fáceis de engolir e massificar o povo seria um verbo fácil de conjugar. Sucesso garantido e o Ibope altíssimo, o povo na frente da telinha, chora, remói o juízo e acaba aprendendo uma arte...
Destaque-se e celebrem-se as boas artes, em todas as suas expressões, inclusive algumas raras novelas e filmes.
Mas nem tanto estes são culpados, pobres novelas e filmes, mas seus autores, malditos autores, ou seriam autores malditos?
E dentre eles destacaria não um, mas uma autora, que se diz novelista, quando na verdade tem sido formuladora de uma verdadeira escola de “sacanagem” muito bem sucedida.
Ensinar mulheres a trair maridos, foi tão eficiente que hoje já nem é crime e normal com AIDS CDA e tudo, mas com camisinha. Por favor, radio televisão, cinema, imprensa e tal (“Usem Camisinha e Brasil um País de Tolos”) constante, senão!
Ensinar a arte da traição dá “modulo” e o modo mais eficaz de aplicar golpes entre amigos, criar inimigos, para depois ensinar um supremo castigo e matá-los a todos, e no final triunfante o bem vencerá e o herói, que maravilha de herói! Viva!
Às vezes, porém, apesar do desdém do descrente é tamanha a lei em rigor de causa e efeito, que em vez do inimigo leva às vezes um ente querido...
Ah, leva sim!
Que o diga Mozart, e seu Don Juan!
Mas Mozart não dirá nada, que há muito tempo o calou o seu Réquiem.
E não é que esta grande autora tem um nome?
Tem, sim, mas eu não digo o seu nome.

4 comentários:

lili laranjo disse...

JSL

Obrigada pela presença no meu espaço...

Tudo que eu puder oferecer estou à disposição...

tenho um livro de poesia só de Africa...
beijos

Arnaldo Norton disse...

Bravo, amigo Júlio !
É de muitos artigos como este que nós necesitamos; mas não pense que os vai acordar porque é já na escola que os "adormecem"...
Mas continue !...Não podemos parar senão voltamos á Idade Média.
Um abraço.

Arnaldo Norton disse...

Cara Lili Laranjo !
Desculpe intrometer-me mas gostaria de a convidar para colaborar aqui no blogue;aceita?...
Essas poesias sobre África interessam-me e creio que a muito mais gente.
Agradecia me desse o endereço do seu espaço
Cumprimentos

Julio Teixeira disse...

Amigo Norton, está brava a situação!
kkkkk